País conquistou 73 pontos, em escala que varia de 0 a
100, ficando à frente de nações como Chile, Alemanha e Espanha.
O Brasil foi
novamente considerado um país que dá transparência a suas informações
orçamentárias de modo significativo, segundo o relatório Open Budget Index 2012 (em PDF - versão em português),
publicado nesta quarta-feira (23) pela International Budget Partnership
(IBP). De 100 países avaliados, o país ficou em 12º, à frente de nações
como Chile, Alemanha e Espanha. A Open Budget Survey mede, a cada dois
anos, a transparência, a participação e a fiscalização orçamentária de
países em todo o mundo.
Na edição de 2012, o
Brasil conquistou 73 pontos – em 2010, obteve 71 –, em uma escala que
varia de 0 a 100, sendo o país latino-americano melhor avaliado. A
melhor avaliação no índice foi a da Nova Zelândia, que alcançou 93
pontos.
Os 100 países
avaliados foram separados em 5 categorias, dependendo do grau de
transparência orçamentária de cada um: aqueles que divulgam amplamente
suas informações (pontuação entre 81-100); os que divulgam
significativamente suas informações (pontuação de 61 a 80); os que
divulgam algumas informações (pontuação entre 41-60); aqueles que
divulgam o mínimo (pontuação entre 21-40); e os países que divulgam
quase nada ou nada (pontuação entre 0-20). A nota média geral obtida foi
43 pontos.
O segundo grupo, no
qual o Brasil foi classificado, é composto ainda por mais 16 países,
inclusive os Estados Unidos, com 79 pontos. O relatório da IBP também
avaliou a força das instituições de auditoria. Nesse quesito, o país
recebeu nota máxima (100).
Metodologia da pesquisa
O Open Budget Index
2012 consistiu de 125 perguntas, que foram respondidas por avaliadores e
pesquisadores independentes dos países avaliados. Desse total, 95 foram
utilizadas para compor o índice de transparência e discorreram sobre 8
documentos orçamentários que todos os países deveriam publicar durante o
ciclo orçamentário. As 30 perguntas restantes não pesaram na pontuação
do índice e versaram sobre participação no processo orçamentário, além
da atuação do legislativo e das instituições de auditoria.
Nenhum comentário:
Postar um comentário